Arquivo da categoria: Paranormalidade

Pesquisa sobre Experiências Fora do Corpo

Pesquisa Experiências Fora do Corpo

Olá

Convido você que já teve pelo menos uma Experiência Fora do Corpo lúcida (viagem astral, projeção astral, projeção da consciência), para participar de uma pesquisa online que tem por objetivo esclarecer vários aspectos dessas experiências que hoje são objeto de discussões, justamente devido a ausência de levantamentos. O questionário de pesquisa traz questões como, por exemplo, para levantar quais são as técnicas projetivas mais eficientes e quais são os resultados práticos dos cursos sobre projeção da consciência.

A cada 100 questionários respondidos, um relatório será enviado para as pessoas que assim desejarem. Posteriormente, quando houver um certo número de questionários respondidos, será dada ampla divulgação dos resultados dessa pesquisa.

O questionário de pesquisa está disponibilizado no link abaixo. Nos próximos dias, estarão disponíveis versões em inglês e espanhol para que a pesquisa seja divulgada em toda Internet.

Obrigado e, por favor, participe! Ajude a produzir e disseminar essas informações!

Cesar de Souza Machado

Link para a Pesquisa: http://www.metaconsciencia.com/pesquisa.html

 

Lançado o Primeiro Livro sobre o Estado Vibracional

Livro Estado Vibracional

Após 4 anos de trabalho, conclui e meu segundo livro, chamado “Estado Vibracional”.

Esse é o primeiro livro no mundo a ser escrito sobre o estado vibracional.

Resumidamente, são 226 páginas, 12 capítulos, 29 figuras, a descrição de 45 casos de uso do EV e 3 índices.

O livro custa 36 reais, mas, até o dia 30 desse mês, a editora está oferecendo um desconto e o preço fica em 30 reais.

O livro trás uma síntese de tudo o que já foi publicado sobre o EV. Mas, além disso, o que trás de novo?

Bem, vejamos:

  • A descrição de todas as formas de instalação do EV conhecidas até o momento;
  • Taxonomias sobre o EV; acoplamentos energéticos, autencapsulamento energético, etc;
  • Uma contribuição a Teoria Quântica do EV;
  • A história do EV;
  • A técnica do EV basal; a técnica do EV por vibrações físicas; a técnica do autencapsulamento energético (apenas citada em outras obras publicadas por outros autores);
  • Dois novos instrumentos conscienciométricos para autoavaliação do domínio do EV;
  • Os resultados da Primeira Pesquisa Online sobre o Estado Vibracional.

Nesse LINK você pode ler as 21 primeiras páginas e, se desejar, comprar um exemplar. Uma versão eletrônica, digital, será publicada no primeiro semestre de 2015.

Espero de gostem do livro!

 

Curso sobre Macrossoma

De 23 a 25 de maio a EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência, promoverá em sua sede em Porto Alegre o curso sobre Macrossoma.

Macrossoma é o corpo físico fora de série, o corpo supermaceteado ou especializado, especialmente configurado antes do nascimento com a finalidade de apoiar a execução da programação existencial de uma pessoa.

O macrossoma sempre está relacionado com a potencialização de algum processo relacionado às ECs – Energias Conscienciais da pessoa.

No vídeo acima, em 7 minutos, a pesquisadora Sônia Cerato explica o que é o macrossoma e porque todo mundo deveria descobrir qual é o seu tipo específico.

Mais informações sobre o curso estão disponíveis no folder abaixo.

Saiba mais sobre a EAC assistindo os videos das aulas e palestras publicadas no Youtube ou na página da EAC no Facebook.

Curso Macrossoma

 

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Estado Vibracional

Fronteira da Consciência

Parapsicologia nos Estados Unidos

Ganzfeld - Experimento para testar a telepatia - Fonte: Wikimedia Commons

Ganzfeld – Experimento para testar a telepatia – Fonte: Wikimedia Commons

Os primórdios da investigação parapsicológica remontam ao início do século XIX quando, nos EUA e na Inglaterra surgiram as primeiras pessoas a pesquisar os fenômenos psi e publicar os resultados de suas investigações.

Mas foi somente em 1934, com a publicação da obra “Percepção Extra Sensorial” pelo biólogo da Universidade de Duke (EUA) J.B Rhine que considera-se ter a parapsicologia chegado ao nível de ciência. Nessa obra, Rhine descrevia anos de pesquisas sistemáticas e cuidadosas que realizara sobre o fenômeno PSI.

Rhine, juntamente com William McDougall, cunhou o termo “parapsicologia” a  partir da tradução de uma palavra de origem alemã. Junto com McDougall,  desenvolveu a metodologia e os conceitos fundamentais da parapsicologia como forma de psicologia experimental. Posteriormente, as intsituições necessárias para profissionalização da parapsicologia nos Estados Unidos da América, incluindo o Journal of Parapsychology e a Parapsychological Association, além da Foundation for Research on the Nature of Man (FRNM), uma precursora do que hoje é conhecido como Rhine Research Center.

Em 1953, foi realizado o primeiro Congresso Internacional de Parapsicologia, em Utrecht, Holanda. Essa conferência ajudou a avançar no campo e se profissionalizar os pesquisadores.

Como resultado desses trabalhos, a parapsicologia foi reconhecida como Ciência, por 165 votos a 30, em 30 de dezembro de 1969 pela American Association for Advancement of Science (A.A.A.S). Fundada em 1957, ´na cidade de New York, a A.A.A.S aceitou nessa ocasião a filiação da Parapsychological Association (P.A.) que congregava os mais respeitados parapsicólogos do mundo.

Contudo, passados 10 anos, a parapsicologia estava sofrendo severas críticas no meio acadêmico. Os motivos para isso eram as pesquisas realizadas, consideradas inconclusivas. Alguns efeitos tidos como paranormais, por exemplo, a fotografia Kirlian, considerado por alguns como fotografias da aura humana, desapareceram sob controles mais rigorosos, deixando essas linhas de investigação em becos sem saída.  Assim, em 1979 foi sugerido a A.A.A.S, mas sem que fosse aceita por essa, o descredenciamento da Parapsychological Association.

Apesar disso, desde então, a pesquisa parapsicológica diminuiu consideravelmente tanto nos Estados Unidos como na Europa.  Em um relatório de 1988 da Academia Nacional de Ciências dos EUA concluiu que “a academia não encontrava nenhuma justificativa científica nas pesquisas realizadas ao longo de um período de 130 anos para corroborar a existência de fenômenos parapsicológicos”.

Assim, muitos laboratórios universitários foram fechados sob a alegação de falta de aceitação pelo meio científico. Hoje, a maior parte das pesquisas em parapsicologia nos EUA é realizada por instituições privadas financiadas por fontes privadas. Se por um lado isso ajudou a Parapsicologia sobreviver nos EUA, por outro tornou-se mais um motivo de críticas por parte da comunidade acadêmica.

Há quem acredite que o grande problema da Parapsicologia foi tentar estudar os fenômenos psi sob o ponto de vista da ciência convencional, materialista e cartesiana. Os fenômenos são tipicamente estudados sob o ponto de vista da estatística e da sob a exigência da replicabilidade. Ocorre que os fenômenos psi são sujeitos a tantas variáveis incontroláveis por parte dos pesquisadores que tanto a estatística como a replicabilidade ficam seriamente prejudicadas. Hoje, a única forma de superar essa questão seria pelo emprego de outro paradigma de pesquisa científica.

Referências

Wikipedia: Paranormal

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Estado Vibracional

Fronteira da Consciência

Explicando o Mistério da Combustão Espontânea

MT07A combustão humana espontânea (CHE) é um suposto fenômeno macabro no qual o corpo de uma pessoa entra em combustão, não provocada por uma fonte externa de ignição, através do calor gerado por reações internas, que poderiam ser químicas, nucleares ou paranormais.

O fenômeno nunca foi testemunhado. Contudo, nos últimos 350 anos, centenas de mortes foram atribuídas à CHE por investigadores e contadores de histórias, das quais poucas foram analisadas por especialistas.

A possibilidade de que um corpo humano entre em combustão de forma espontânea é remota, por ser o corpo formado principalmente de água, e, apesar de ter metano e gordura, é muito difícil queimar um corpo; a cremação, por exemplo, requer temperaturas da ordem de 900 °C.

O primeiro relato conhecido de um caso de CHE remonta a 1641, quando o médico e matemático dinamarquês Thomas Bartholin descreveu a morte de Polonus Vorstius quando esse bebia vinho em sua casa, em Milão, Itália, em uma noite do ano de 1470 antes de estourar em chamas. Em 1663 Bartholin descreveu outro caso, dessa vez de uma mulher, em Paris, que “foi reduzida a cinzas e fumaça” sem que o colchão de palha em que dormia, fosse danificado pelo fogo.

Passados 10 anos, o francês Jonas Dupont relatou uma série de casos semelhantes, na obra “De Incendiis Corporis Humani Spontaneis” .

Em 1745, a Philosophical Transactions descreveu como uma pilha de cinzas sobre a cama foi praticamente tudo o que restou da Condessa Cornelia Sandi de Cesena, na Itália.

Em 1833, M. J. Fontelle reviu alguns casos perante a Academia Francesa de Ciências, tendo observado que as vítimas tendiam a ser mulheres idosas que consumiam bebidas alcoólicas e que os danos do fogo não se estendiam aos materiais inflamáveis como alcool ou querosene próximos ou mesmo no corpo delas. Recentemente, em 2011, o investigador irlandês Dr Kieram McLoughlin atribuiu a morte de Michael Faherty, de 76 anos, à CHE, sendo o primeiro destes casos em seus 25 anos de experiência.[1]

Os casos de CHE narrados desde então apresentam algumas características em comum:

A vítima é quase completamente consumida pelas chamas, geralmente no interior da própria residência. Dentre as características das ocorrências, destacam-se:

Os primeiros a encontrar os corpos carbonizados relatam ter percebido o cheiro de uma fumaça adocicada nos cômodos onde o fenômeno ocorrera;

Os corpos carbonizados apresentam as extremidades (mãos, pés e/ou parte das pernas) intactas, mesmo que o dorso e a cabeça estivessem irreconhecíveis;

Após séculos de discussão onde o CHE geralmente é encarado como um mito, em anos recentes uma teoria foi criada para explicar o fenômeno e testada.

Em janeiro de 1986, em um programa da BBC Newsnight, foi demonstrado como o chamado  “efeito pavio”, a combustão alimentada pela própria gordura presente no corpo, poderia explicar os casos de CHE. Essa teoria foi usada para explicar a morte de um prestador de serviços ocorrida no ano seguinte na Inglaterra, cujos  restos carbonizados foram encontrados em seu apartamento.

O efeito pavio estava se tornando a explicação aceita. Contudo, alguns experimentos demonstraram que ossos, mesmo quando submetidos a grandes temperaturas por várias horas, não se decompunham em cinzas, contrariando dessa forma, as observações realizadas nos cenários de CHE onde nada sobrava das partes consumidas. Em outros experimentos, usou-se a carcaça de um porco embebida em álcool para testar o efeito pavio sem que os mesmos resultados da CHE fosse obtidos.

Brian J. Ford, Professor da Cambridge Univesity (UK) desenvolveu outra teoria para a CHE e testou-a com sucesso pela primeira vez. Segundo Ford, a beta-oxidação de alguns ácidos presentes no corpo, pode dar origem a substância acetYl-CoA. Uma série de condições, como doenças ou exaustão física, pode fazer como que a acetYl-CoA presente no fígado seja convertida em acetoacetato, que pode descarboxilar em acetona. A acetona é uma substância altamente inflamável.

Preparando uma carcaça de porco embebida em acetona, em vez de etanol como nos experimentos realizados anteriormente, foi possível queimar a carcaça até  cinzas em apenas meia hora.  Sobraram da carcaça consumida apenas os membros que não foram, exatamente como as fotografias de vítimas de CHE. Ford acredita que as pernas permaneçam intactas porque não há muita gordura para a acetona acumular nessas partes do corpo.

Ninguém precisa se preocupar com a combustão espontânea. As condições para que ela ocorra, segundo Ford, são muito específicas, sendo que existem apenas 120 casos registrados ao longo história sobre casos de CHE, muitos dos quais podem não ter sido autênticos.

Referências

Wikipedia: Verbete Combustão Espontânea

NewScientist 18 August 2012 Pg 31: The Big Burn Teory

The Microscope, Vol. 60:2, pp 63–72 (2012): Solving the Mystery of Spontaneous Human Combustion

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Estado Vibracional

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